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Conheça algumas de nossas ações

Projects

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Iniciado oficialmente em 2014 no Vale do Ribeira e no Litoral Sul de São Paulo com uma verba da Prope/Unesp no âmbito do edital de "Primeiros Projetos", essa ação de pesquisa, extensão e desenvolvimento tem focado na interação das pescarias amadoras e esportivas com espécies de peixes como os robalos (família Centropomidae). Esse projeto formou uma rede de colaboração que hoje abrange principalmente os estados da regiões sul e sudeste do Brasil, com base em estudos de marcação e recaptura, genética e outras ferramentas. Vários produtos como artigos científicos, materiais de divulgação e orientações já derivaram dessa iniciativa, a mais antiga, abrangente e duradoura ação do nosso laboratório. O Projeto Robalo virou uma plataforma de pesquisa e extensão que inspirou outros projetos com propostas semelhantes ao longo do Brasil. Alguns materiais como folhetos etc. estão disponíveis em https://figshare.com/articles/poster/Cartaz_sobre_os_3_princ_pios_do_pesque-e-solte_com_nfase_na_pr_tica_sustent_vel_do_turismo_de_pesca/33174470?file=67302161

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Financiado pelo Instituto Linha D'Água, com apoio da Associação da Comunidade Remanescente de Quilombo da Reserva Extrativista do Mandira, este projeto foi desenvolvido entre 2016 e 2019. Em sua primeira fase, o objetivo foi diagnosticar a fauna de peixes dos rios das Minas e do Mandira, em Cananeia - SP. Foram identificadas 31 espécies de peixes. Na segunda fase, foi desenvolvimento um turismo de observação subaquática de mínimo impacto, com vistas à geração de renda para as comunidades localizadas na região e para o uso sustentável da biodiversidade associada. A terceira fase foi dedicada à produção de materiais educativos e de produtos voltados à gestão participativa. Ao final, o turismo de base comunitária da região pode ser aprimorado, com a formação de condutores, a inclusão de agentes locais e a instauração de novas opções para o Uso Público de algumas das Áreas Protegidas da região. Alguns materiais como planos de aula, folhetos etc. estão disponíveis em https://figshare.com/articles/poster/Banner_peixes_do_lagamar_90x110cm_out2019_jpg/12937181?file=24635669

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Coordenado pelo LABEMCAR-UNIFESP de 2021 a 2026, o objetivo geral deste projeto foi estabelecer um programa de monitoramento de invertebrados, peixes e fatores abióticos no ambiente marinho do arquipélago dos Alcatrazes para subsídio à gestão da Estação Ecológica dos Tupinambás e Refúgio de Alcatrazes, no litoral norte de São Paulo. Atuamos em um dos objetivos específicos, auxiliando no monitoramento da ictiofauna com o uso de censos visuais subaquáticos e coordenando a frente de telemetria acústica de peixes, tendo como principais alvos a garoupa-verdadeira (Epinephelus marginatus) e a raia-manteiga (Dasyatis hypostigma), embora espécies como o tubarão-lombo-preto (Carcharhinus falciformis), o tubarão-martelo (Sphyrna zygaena) e a raia-borboleta (Gymnura altavela), também tenham sido contempladas pelo estudo. Diversos produtos foram originados a partir deste projeto. Saiba mais pelo Instagram do @labecmar e do @mardealcatrazes.

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Com verba do Fundo Global para o Meio Ambiente (Global Environment Facility – GEF) sob o título 'Levantamento e monitoramento populacional de Paratrygon aiereba (Criticamente em Perigo, espécie focal do PAT Cerrado Tocantins)', esse projeto foi executado de 2024 a 2025 em parceria com o WWF-Brasil, a Fishtag Consultoria e Assessoria Ambiental Ltda. e o Instituto Natureza do Tocantins (NATURATINS). Nesse estudo, foi realizado o monitoramento com radiotelemetria de Paratrygon aiereba na região do Lago de Palmas, no rio Tocantins, e também em um trecho do rio Araguaia, na região de Araguacema - TO. Os resultados obtidos resultaram em estimativas de áreas de vida para as raias marcadas, podendo ser úteis para direcionar esforços, estratégias e ações de conservação, incluindo a inclusão dos dados sobre área de vida e uso do espaço de Paratrygon aiereba em discussões sobre o planejamento territorial das bacias dos rios Araguaia e Tocantins.

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Financiado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza sob o título "Conservação de duas espécies de peixes anuais criticamente ameaçadas de extinção no Vale do Ribeira, Estado de São Paulo", esse projeto foi desenvolvido entre 2019 e 2022. Os trabalhos envolveram atividades de campo para diagnosticar a condição de duas espécies de peixes anuais da família Rivulidae que ocorrem no Vale do Ribeira e no Litoral Sul do Estado de São Paulo: Campellolebias dorsimaculatus e Campellolebias intermedius, para a caracterização dos ambientes ocupados pelas mesmas e para a coleta de exemplares para a estruturação de um plantel ex situ de reprodutores. Além disso, atividades educativas foram realizadas junto a estudantes e professores da rede pública de ensino e também junto a outros interessados, como artistas e lideranças comunitárias. O objetivo de todas essas ações foi o de integrar estratégias de conservação, incluindo a sensibilização do público leigo a respeito de elementos pouco conhecidos da ictiofauna, como os peixes-anuais.

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Projeto PEIXES DAS NEBLINAS

Financiado por uma parceria entre o consórcio Prime/Aquática e Sabesp sob o título "Monitoramento da movimentação de espécies da ictiofauna do Rio Sertãozinho, Vertente Litorânea de São Paulo, Sudeste do Brasil", esse projeto está em desenvolvimento desde 2020. Estamos estudando os movimentos das espécies Psalidodon paranae, Hollandichthys multifasciatus e outras espécies com o uso de marcação e recaptura, utilizando a tecnologia denominada RFID (identificação por radiofrequência, do inglês Radio Frequency IDentification). A área de estudo compreende o rio Sertãozinho e seus formadores, em uma área remota do alto da Serra do Mar de São Paulo, bacia do Atlântico Sudeste. Os resultados poderão revelar informações pioneiras sobre o uso do hábitat de espécies de riachos, através de uma abordagem ainda pouco empregada para esse grupo de pexies no país.

Projects

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O presente estudo deve início em 2012 (Processo FAPESP 2011/18513-9) e atualmente é financiado pela FAPESP (Processo 2025/25594-8) e vem utilizando uma rede de telemetria acústica instalada na costa de São Paulo, a SP-TRACKING, para estudar a ecologia espacial de tubarões como Carcharhinus falciformis e Sphyrna zygaena e a conectividade de Unidades de Conservação (UCs) em um mosaico de áreas marinhas protegidas do Estado de São Paulo, com base na perspectiva desses animais. Nossa rede é composta por 15 receptores acústicos instalados em diferentes UCs do litoral paulista para conhecer os movimentos de indivíduos que têm sido capturados e marcados com transmissores acústicos predominantemente no Arquipélago de Alcatrazes. Empregamos receptores e transmissores acústicos que adotam protocolos abertos, permitindo liberdade de escolha da tecnologia mais adequada a cada estudo e portabilidade entre fabricantes (saiba mais sobre o "Open Protocol" e telemetria acústica em https://www.europeantrackingnetwork.org/en/open-protocol e https://www.europeantrackingnetwork.org/en/compatibility-tag-protocols). Utilizamos modelos de receptores acústicos Lotek WHS-3250 e Lotek ORCA. Os receptores WHS-3250 detectam transmissores que operam em 76Kz e empregam algoritmos de codificação CDMA (Code Division Multiple Access), tipicamente utilizados em sistemas de telecomunicações celulares de alto tráfego - são ideais para evitar colisões de códigos em situações de agregações etc. Os receptores ORCA são multifrequenciais e multilíngues, que detectam e decodificam transmissores fabricados por empresas que adotam o "Open Protocol". Os resultados pretendidos com o estudo poderão fornecer uma visão amplificada sobre a conectividade de algumas das mais importantes UCs marinhas do sudeste do Brasil, a partir de uma plataforma de receptores acústicos posiconados de forma estratégica - e com potencial de ampliação - na costa de São Paulo e áreas adjacentes. Também será possível compreender como essas duas espécies de predadores de topo utilizam o espaço compreendido por essas UCs, com impactos diretos no manejo adaptativo dessas áreas, uma vez que a conectividade promove a resiliência às perturbações e aumenta o potencial de recuperação dos ecossistemas. Esse estudo também inclui espécies de raias como Dasyatis hypostigma e Gymnura altavela, no âmbito de um projeto de doutorado e um projeto pós-doutorado. A utilização da telemetria em peixes com essa finalidade ainda é uma abordagem pouco utilizada nas regiões sul e sudeste do país, mas com elevado potencial de aplicação por parte de gestores de UCs e formuladores de políticas públicas voltadas à conservação marinha. É dentro dessa perspectiva que o estudo está baseado. Interessados em ingressar na rede e colaborar com o projeto podem entrar em contato diretamente com a sua coordenação, por meio do e-mail: domingos.garrone-neto@unesp.br.

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